domingo, 24 de maio de 2009
sábado, 23 de maio de 2009
sábado, 9 de maio de 2009
COMPANHEIROS DE JORNADA
sexta-feira, 8 de maio de 2009
TRANSFORMANDO AS PROVAÇÕES
2 Reis 5:1-15
Quando eu bati com a traseira do meu carro novo recém-adquirido, num caminhão, os pensamentos que vieram imediatamente à minha cabeça não foram positivos. Pensei primeiramente no custo, na inconveniência e no dano ao meu ego. Mas, na verdade, encontrei esperança neste pensamento que sempre compartilho com outros escritores: "Em cada experiência ruim há um bom exemplo."
Encontrar o bem pode ser um desafio, mas as Escrituras confirmam que Deus usa as más circunstâncias para bons objetivos.
Em 2 Reis 5, encontramos duas pessoas que passaram por más situações. A primeira foi uma jovem de Israel levada cativa pelo Exército da Síria. A segunda foi Naamã, o comandante do exército, que contraiu lepra. Ainda que a menina tivesse um bom motivo para desejar o mal a seus capturadores, ela, pelo contrário, ofereceu ajuda. Ela disse: "Elias, o profeta de Israel, pode curar Naamã." Ansioso para obter a cura Naamã foi para Israel. Entretanto, ele relutou em seguir as orientações humilhantes de Elias. Quando finalmente o fez, ele foi curado, o que o motivou a proclamar que o Deus de Israel é o único Deus (2 Reis 5:15).
Deus usou dois fatos negativos -- um rapto e uma doença mortal -- para tornar o inimigo de Israel num amigo. Mesmo quando não sabemos o porquê de algo mau ter acontecido, sabemos que Deus tem o poder de usá-lo para o bem.
-- JAL
terça-feira, 21 de abril de 2009
DICA DO DIA
quinta-feira, 9 de abril de 2009
APENAS TRINTA MOEDAS
Judas negociou seu Mestre por trinta moedas (valor de um escravo). Apenas trinta! Podemos pensar ou questionar: “Que traição! Isto é revoltante! Jesus era tão Bom, tão Justo, tão Amoroso... como pôde Judas agir daquela forma?”. Se Judas fosse submetido a um tribunal, tendo a qualquer um de nós como julgadores, a condenação por traição seria certa - e a sentença - a morte!
O fato é que geralmente somos espiritualmente precisos quando se trata de apontar e condenar os erros dos outros, e fortuitamente míopes para encontrar os nossos, ao ponto de não percebermos, como disse Jesus, a trave que está diante dos nossos olhos!
Quantas moedas temos recebido, todas as vezes em que, inocentemente, trocamos o nosso Mestre por outra coisa (certamente de menor valor), mesmo sabendo que o Seu valor é imensurável? Quantas moedas temos recebido quando, embora nos auto-intitulando 'Seus seguidores', abrimos mão do privilégio de nos alimentar somente da Sua Palavra? Em que estamos investindo, ao empregar nossos recursos em fábulas sincréticas e delírios espirituais, os quais, entre nós - cristãos - se reproduzem aos montes? Por exemplo, as Moedas da euforia espiritual, ilusória e delirante, cujos dividendos são a vida cristã débil de algumas Igrejas de hoje, ou, quando não travestidas de legalismo, estão mergulhadas em estranhas crendices.
Por outro lado, há quem se comova com a morte bárbara de Jesus na cruz (ação graciosa e eficiente que pela fé nos salva totalmente de qualquer condenação), mas acredite que mesmo depois de tudo o que Jesus fez, ainda é preciso boas obras para garantir a salvação, ou mesmo mantê-la - contrariando a pregação de Cristo de que só há salvação através da Sua morte. Fora de Cristo não há salvação, apenas fábulas e fúteis conjecturas!
Muitos dentre nós até declaram gostar de Jesus, das Suas palavras, e por isso se dizem cristãos, mas interiormente agem como quem anula os efeitos espirituais do Seu sacrifício na cruz. Acreditam, erroneamente, que para serem salvos, a morte de Cristo na cruz não foi suficiente. Assim pensam os que dizem: "para ser salvo é preciso fazer por onde..." Ora, o que é isto, senão substituir o extraordinário e caríssimo sacrifício de Jesus por ínfimas moedas?
Os tempos são outros, mas as traições a Cristo continuam, em princípio, as mesmas. Hoje, mudam-se apenas as moedas (os meios) e os Judas (os traidores)...
Algumas vezes, em nada nos diferimos de Judas. Precisamos ser honestos para reconhecer que temos barateado o que não tem preço. No passado, foram apenas Trinta Moedas. Hoje, elas são inúmeras e imperceptíveis... Diante disso, estejamos não apenas atentos, para identificar por quais moedas temos trocado Jesus, mas arrependidos para acertar nossas contas com Ele, sob o risco de, como Judas, estarmos ao ponto de dar cabo das nossas vidas... por tão poucas moedas.
Boa páscoa, e que o Senhor nos fortaleça!
Rev. Ricardo César Vasconcelos
Igreja Presbiteriana da Penha - RJ
Versículo do dia
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